Prefeitura de Cachoeirinha tem vaga para cozinheira e salário é de R$ 1,7 mil

Selecionados para o Acolhimento Institucional

A Prefeitura de Cachoeirinha anunciou a abertura de um processo seletivo para a contratação de cozinheiras em Cachoeirinha, com foco no Acolhimento Institucional Municipal Amarelinha (AIMA). Essa unidade é responsável por atender crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. A necessidade de uma nova seleção surgiu após a primeira, realizada no início de outubro, não contar com um número suficiente de candidatos aprovados para preencher as vagas disponíveis.

O novo edital, publicado na segunda edição extra do Diário Oficial do Município, prevê a contratação imediata de uma cozinheira, com a possibilidade de formação de um cadastro reserva que pode incluir a contratação de até duas profissionais. O salário para a função é de R$ 1.758,60, para uma jornada de 40 horas semanais, onde o trabalho se estenderá aos sábados e domingos, além do direito a auxílio-alimentação e auxílio-transporte.

Requisitos e Benefícios da Vaga

As inscrições para a contratação de cozinheiras em Cachoeirinha estão abertas exclusivamente nesta quinta (15) e sexta-feira (16), e podem ser realizadas pelo site [cachoeirinha.atende.net](https://cachoeirinha.atende.net/), na área designada para Concursos e Processo Seletivo. Para se candidatar, o requisito mínimo de escolaridade é Ensino Fundamental incompleto, e a seleção será baseada na análise de títulos e experiência profissional.



contratação de cozinheiras em Cachoeirinha

O contrato inicial terá duração de seis meses, podendo ser prorrogado por mais seis meses. Os critérios de classificação incluirão a escolaridade e a experiência anterior na função; ter o Ensino Fundamental completo adiciona um ponto à classificação final, enquanto a experiência pode contribuir com até quatro pontos. A medida visa garantir um atendimento de qualidade às crianças atendidas na instituição.

Contexto da Urgência na Contratação

A urgência na contratação de cozinheiras em Cachoeirinha se dá em decorrência de uma intervenção administrativa no AIMA, decretada em 11 de setembro. O decreto foi resultado de um relatório que apontou diversos problemas na unidade, como possíveis agressões, fragilidades nos cuidados com os acolhidos e questões relacionadas à alimentação e higiene.

O documento justificou a necessidade de reestruturação e imediata recomposição das equipes, o que inclui revisar as escalas de trabalho e garantir alimentação adequada, além de produtos de higiene. Tais medidas foram respaldadas pela Câmara de Vereadores que autorizou as contratações emergenciais com o intuito de melhorar a situação na instituição, que atualmente acolhe entre 14 e 16 crianças, incluindo bebês.



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